redecoro


Poro - interferências em arte e design (MG)

O Poro é formado por artistas de Belo Horizonte, Brasil. Atua desde 2002 tendo como alvos preferidos o espaço público (através da realização de intervenções urbanas) e as mídias de comunicação de massa (criando panfletos tipo milheiro - aqueles das cartomantes que são distribuídos nas ruas, lambe-lambes - cartazes que são colados nos muros e postes das cidades, adesivos, camisetas e outras mídias de baixo custo). Aí abaixo estão 5 imagens dos nossos trabalhos, para conhecer mais sobre o que fazemos, por gentileza, visite nosso site: www.poro.redezero.org



Escrito por Grupo PORO - MG às 12h02
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Jardim, 2003 e 2004
1 -
Fazer flores de papel celofane vermelho
2 - Plantá-las
em canteiro abandonado da cidade
3 -
Registrar com fotografias

Escrito por Grupo PORO - MG às 12h00
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- Rua Imagem Espaço, 2003
Projeção de slides em muro da cidade. O projetor fica de um lado da rua, projetando do outro lado "fazendo uma ocupação momentânea do espaço público". As imagens projetadas são uma seleção de imagens da história da arte que fazem referência à comida, bar, festa e afins.



Escrito por Grupo PORO - MG às 11h59
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- Folhas de Ouro,  2002
1 -
Pintar folhas secas com spray dourado
2 - Colocá-las de
volta nas árvores
3 -
Registrar com fotografias

Escrito por Grupo PORO - MG às 11h58
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- Espaços Virtuais, 2002
Fotografias de bueiros impressas em papel adesivo e afixadas em ambientes internos (na foto: interferção na Casa da Grazi, SP)

Escrito por Grupo PORO - MG às 11h57
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- ,Imagem... Cor, 2003 e 2004
1 -
Afixar adesivos fluorescentes em locais sem cor
2 -
Deixar uma pilha desses adesivos com convite para que as pessoas peguem e os colem por .

Escrito por Grupo PORO - MG às 11h57
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sou sem coletivo, mas sou amiga.

 eu sou só, só eu.


Escrito por deiatav às 16h41
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Coletivo Maruípe

Intervenção no Edifício das Fundações

 

21 de Setembro a 05 de Novembro de 2004

 

Conversa com os artistas na abertura 21/09, terça às 19:30 h

Reuniões abertas ao público aos domingos, das 15 às 17 h

 

Galeria Homero Massena

R. Pedro Palácios, 99 - Cidade Alta

Centro – Vitória – ES – Brasil

 

www.maruipe.zip.net

maruipe@click21.com.br

 



Escrito por eu insisto às 07h34
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Informações

Poderiam me enviar maiores informações sobre este grupo.

Escrito por Grupo Gargalhadas - RJ às 17h07
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O CORINGA é formado por

Anderson Rei , Chico Linares , Daniel Manzione , Fabrício Lopez , Flávio Capi , Guilherme Werner, Matheus Giavarotti , Pedro Palhares , Rogério Nagaoka

 

 

1.                   Defina seu coletivo.

O Espaço Coringa é formado por um grupo de artistas que se juntaram para produzir e refletir sobre arte, e começou como uma resposta à necessidade de viabilizar espaços expositivos extra-institucionais.

O grupo possui um ateliê, onde os integrantes desenvolvem seus trabalhos pessoais e coletivos e ministram aulas. Além das aulas, o espaço do ateliê sedia muitas das atividades do grupo, como debates, exposições e reuniões de trabalho.

O grupo tem como objetivo agregar pessoas para o trabalho coletivo. Buscando a junção de esforços e de força de trabalho, o grupo atua criando e viabilizando exposições em espaços institucionais ou não, promovendo debates, produzindo publicações de arte e sobre arte.

O grupo prentende investigar, refletir e promover várias questões relativas ao ofício do artista.

Participam do ateliê várias pessoas que não são seus integrantes propriamente ditos. Alunos e colegas de trabalho se encontram no ateliê para desenvolver projetos conjuntos, conversar, estudar, etc.

 

2.                   Como pensam a coletividade na prática artística contemporânea?

- A coletividade tem mais força de realização do que indivíduos trabalhando isoladamente. A coletivização do trabalho artístico é uma estratégia de sobrevivência. Nâo há nada de novo na agregação de artistas. É preciso buscar o que há de pertinente nessa tendência que hoje se fortalece no Brasil.

Trabalhar em grupo também permite que vejamos mais sentido no que está sendo produzido. Permite que se fortaleça e aprofunde tendências e vontades individuais. É difícil pensar a arte no coletivo se se trabalha sozinho.



Escrito por coro às 17h07
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Espaço CORINGA - São Paulo - SP

3.                   Como pensam o indivíduo no coletivo?

- O coletivo só existe se as individualidades que a ele dão forma permanecerem. É do trabalho individual que todos os trabalhos do grupo se desenvolvem e é à vivência pessoal que ele se reporta. Se se almeja tocar a coletividade, é preciso achar o que há de absolutamente pessoal na vivência coletiva.

O Espaço Coringa como um grupo ganha sua força não só do trabalho que cada integrante doa ao coletivo, mas também do desenvolvimento do trabalho pessoal de cada artista do grupo. Se cada artista no grupo não está trabalhando, aí há menos sentido em continuar como um coletivo.

 

4.                   Como se organizam coletivamente?

- A assembléia é a instância máxima para todas as decisões. Às vezes dividimos o trabalho em grupos, que são responsáveis pela execução de tarefas e criação de soluções, sempre se reportando ao coletivo como um todo.

O coletivo não se move com todos juntos sempre. Às vezes é preciso uma pessoa puxar o grupo, desenvolvendo uma idéia, e posteriormente apresentá-la ao coletivo. A delegação de responsabilidade é uma estratégia de trabalho. Todos os membros do ateliê têm capacidade de representar o coletivo em suas ações.

 

5.                   Qual a posição do coletivo em relação às instituições? ( circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...).

-                                              É necessário que o artista viva de seu trabalho. O Espaço Coringa atua tentando modificar a maneira como as obras de arte são comercializadas hoje em dia. Já organizamos três Saldões de arte, vendendo trabalhos de arte a preços acessíveis para uma maior porção de pessoas.

-                                              O coletivo atua buscando uma alternativa às instituições e diversas exposições e publicações já foram criadas com esse intuito. O ateliê não depende das intituições para existir.

-                                              As instituições precisam dos artitas. Elas existem porque existem os artistas. Entretanto os artistas têm se mostrado bastante coniventes, de um modo geral, com a atual situação. Isso se deve, em grande parte à carência que todos sentimos de recursos para trabalhar, tanto em termos financeiros, como materiais e de espaço.  O Espaço Coringa defende uma ação propositiva, que cria espaços, batalha apoios, corre atrás do prejuízo em vez de esperar por uma brecha no conceito de um determinado curador.



Escrito por coro às 17h05
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Espaço CORINGA - São Paulo - SP

6.                   Como o coletivo se mantém e viabiliza materialmente suas ações? (tem patrocínio?, etc.).

- O ateliê se mantém principalmente devido ao patrocínio dos artistas integrantes. Os cursos de arte subsidiam o espaço, embora não totalmente. Cada artista se vira de formas diferentes pra pagar as contas. Diferentes projetos (com educação, design, ilustração, vídeos institucionais, etc.) são desenvolvidos para batalhar o pão de cada dia.

 

7.                   A quais ações artísticas se propõem? Exemplifique.

As ações coletivas do grupo são principalmente a criação de oportunidades para a criação pessoal e para o trabalho em coletividade. O embate pessoal com situações propostas coletivamente.

O grupo entende também a pedagogia da arte como uma ação artística em si e há dois anos desenvolve pesquisa nesse campo. Muitas das ações executadas pelo grupo são inseparáveis do trabalho com outras pessoas, do debate e da exposição.

 

8.                   Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?

- O grupo como um todo busca entender e desenvolver o ofício do artista, em diversas instâncias. Entende que é de responsabilidade do artista tanto a concepção e execução de seus trabalhos, como sua viabilização, divulgação e reflexão. Para tanto, busca promover debates entre artistas, troca de experiências, desenvolver maneiras alternativas de inserção do trabalho no circuito comercial, publicações, etc.

Buscando entender a dimensão coletiva do trabalho de arte, o grupo possui um núcleo pedagógico que pesquisa a pedagogia em arte, ministrando aulas, promovendo debates e publicações.

Uma atitude propositiva norteia as várias atuações do grupo, que privilegia a ação criadora de possibilidades, em vez da atuação pela denúncia ou crítica exacerbadas.

 

9.                   Qual a posição do coletivo em relação à curadoria? (pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa (convidados ou propostas).

-  O grupo atua com curadoria coletiva, por meio de conversas informais, ou curadoria individual, em que cada artista resolve o que vai expor. A curadoria é também parte do trabalho do artista, mas pode ser compartilhada. Nos projetos de documentação poética, a seleção e produção dos trabalhos é de responsabilidade de cada participante, tendo como tema o local de estudo.



Escrito por coro às 17h03
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Grupo BIJARI - São Paulo - SP

Formado por arquitetos e artistas, o Bijari é um centro de criação de artes visuais, multimídia e arquitetura. Desenvolvendo projetos em diversos suportes e tecnologias, o grupo atua entre os meios analógicos e digitais propondo experimentações artísticas, sobretudo de caráter crítico. Intervenções urbanas, performances, video, design e  web design tornam-se meios para estabelecer possibilidades de vivências onde a realidade é questionada.

 

O Grupo BijaRi é: Eduardo Loureiro Fernandes, Frederico Ming Azevedo, Flávio Araújo, Geandre Tomazzoni, Giuliano Scandiuzzi, Gustavo Godoy, Luis Maurício Brandão, Olavo Ekman, Rodrigo Araújo, Sandro Akel.

1.      Defina seu coletivo.

 Coletivo de artes visuais e produção multimidia com atuação comercial e artística.

2.      Como pensam a coletividade na prática artística contemporânea?

 Ações públicas questionando a ordem estabelecida pelo sistema. Atuação realizada em dois tempos, com ação e exposição do registro da ação.

3.      Como pensam o indivíduo no coletivo?

 O indivíduo faz parte do corpo.

4.      Como se organizam coletivamente?

 Estúdio, manutenção do estúdio e das vidas individuais, atuação no mercado de design e vídeo e atuação na esfera da arte.

5.      Qual a posição do coletivo em relação às instituições?

 Eles estão aí, não dá para negar. Atuar com eles ou sem eles, tanto faz, pq a verba para a produção artística é endogena, visto que essas instituições não financiam a arte mesmo....

6.      Como o coletivo se mantém e viabilizam materialmente suas ações?

 Trabalho comercial como estúdio de vídeo e design.

7.      A quais ações artísticas se propõem?

 O trabalho fala por si mesmo.

8.      Existe um posicionamento ético/político pré estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?

 Sim, resgate dos refugos humanoindustriais numa relação dialética com o sistema que transforma tudo e todos em mercadoria.

9.      Qual a posição do coletivo em relação à curadoria?

 Aceite desde que se encaixe nos princípios elucidados ao longo do questionário.



Escrito por coro às 16h34
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GIA - Grupo de Interferências Ambientais - Salvador - BA

 

As propostas do GIA revelam um entendimento da obra de arte como entidade subjetiva, fragmentária, aberta e instável. Suas intervenções questionam a natureza convencional do objeto artístico, encurtam a distância entre arte e cotidiano, e através do absurdo, re-propõem a vontade dadaísta de aniquilamento  dos mecanismos artísticos tradicionais de produção de significados. Utilizando-se da provocação e da ironia, corroem o prestígio social e o valor mercadológico da obra de arte tradicional

Em alguns trabalhos do GIA, a exemplo de Cama, a justaposição de objetos descontextualizados lembra o “método paranóico-crítico de sistematização da confusão” de Dali, que servira de base para numerosas associações  e inter-relações delirantes em várias obras. O delírio aqui não é ver o objeto “cama” e uma pessoa dormindo na praça, mas sim a indiferença da sociedade diante da cena cotidiana de pessoas que dormem na rua.


Sartre disse que o homem atual está no meio de dois nadas: a vida e a morte. Recentemente ouvi de alguém uma lúcida paráfrase dessa reflexão: o artista contemporâneo está entre dois vazios: o espaço público e o da arte atual. O percurso do GIA até aqui é mais uma das tentativas contemporâneas de retomada do espaço público e da arte. Em Salvador, entre dois nadas, as ações do GIA mostram um caminho pertinente de resistência à mesmice e ao tédio.



Escrito por coro às 15h59
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ESQUELETO COLETIVO - São Paulo - SP

   O Esqueleto Coletivo é uma associação de artistas e profissionais de diversas áreas empenhados em ampliar as fronteiras da arte no cotidiano, trabalhando com outros artistas e grupos.

   Vem desenvolvendo a produção de eventos de arte, intervenções urbanas, performance e dança, música e vídeo, além de promover parcerias na área cultural.

  

Formado por Rodrigo Barbosa, Mariana Cavalcante, Luciana Costa, Thereza Salazar, Eduardo Verderame e Sílvia Viana.

  

 Homens Placa

 

1. Defina seu coletivo.

O Esqueleto é um aglutinador de inquietações culturais.


2. Como pensam a coletividade na prática artística contemporânea?

Bastante difundida, para o grupo uma estratégia para concretizar ações.


3. Como pensam o indivíduo no coletivo?

Dependendo da ação, o esqueleto privilegia e apóia ações individuais de seus elementos, mas não existe regra fixa. Qualquer dos membros que necessitem da ajuda dos outros geralmente é bem recebido...


4. Como se organizam coletivamente?

Reuniões semanais, projetos juntos, cada membro cuida de alguma atividade especifica, sempre escrevendo pautas com obrigações e novidades.


5. Qual a posição do coletivo em relação às instituições? (circuito, mercado, inserção, curadoria, crítica, museus...).

O coletivo se mantém aberto para negociar sua participação em quaisquer eventos ou atividades que lhe interessem, independente do organizador. O grupo também se sente no direito de recusar participar em eventos cujo contexto não concorda ou interessa.


6. Como o coletivo se mantém e viabilizam materialmente suas ações?

(tem patrocínio, etc.).

O esqueleto busca soluções para a questão material através de patrocínios e parcerias. Para ações de pequeno porte, o grupo rateia as despesas.


7. A quais ações artísticas se propõem? Exemplifique.

Projetos na rua, como colagem de cartazes, lambe lambe, ou grafite. Participação em mostras de arte em espaços convencionais e não convencionais. Organização de eventos ligados à arte contemporânea, em diversas tendências (artes visuais, dança, vídeo, foto, etc).


8. Existe um posicionamento ético/político pré-estabelecido em suas práticas e conceitos? Quais os critérios utilizados para concepção dos projetos do grupo?

O Esqueleto não tem filiação ou atuação partidária, o que não significa falta de ética ou clareza. Os critérios para definir os projetos são discutidos em grupo ate tornar a idéia clara. O Esqueleto é muito pouco pré-concebido e pouco dogmático. Preferimos deixar que a fluidez das idéias nos conduza a uma solução.


9. Qual a posição do coletivo em relação à curadoria?
(pense curadoria nas mais diversas formas, desde interna (dos integrantes) a externa (convidados ou propostas)).

O Esqueleto é um grupo que nasceu com uma tendência a aglutinar artistas em prol de objetivos comuns. O grupo tem uma posição que pode ser entendida como curatorial, porque se trata de um recorte que interessa uma discussão especifica.



Escrito por coro às 15h39
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Histórico
19/09/2004 a 25/09/2004




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